Primeiro modelo, teclado tipo telefone, processador Intel 386SX, 2 MB de memória, armazenamento em disquetes.
Primeiro modelo, teclado tipo telefone, processador Intel 386SX, 2 MB de memória, armazenamento em disquetes.
Primeira urna a exibir foto dos candidatos; início da fiscalização dos dados por entidades auditoras.
Saída de áudio para fone de ouvido e teclado com resposta tátil/sonora, voltados à acessibilidade.
A partir da eleição municipal daquele ano, 100% do eleitorado brasileiro passa a votar em urna eletrônica.
Ampliação da auditoria; primeira Cerimônia de Lacração dos Sistemas Eleitorais.
Introdução do Registro Digital do Voto (RDV), com assinatura digital dos votos.
Chegada dos leitores biométricos; início dos testes de identificação do eleitor.
Adoção do Uenux, sistema operacional próprio baseado em Linux.
Dispositivo dedicado à criptografia; disquetes substituídos por memórias USB; 1º Teste Público de Segurança.
Melhorias na leitura biométrica; 2ª edição do Teste Público de Segurança.
Aprimoramentos no sistema de criptografia do Uenux.
Boletim de Urna passa a ter QR Code; lançamento do app Boletim na Mão; 3ª edição do TPS.
Processamento 18× maior que o modelo anterior; tela touch no terminal do mesário; certificação ICP-Brasil.
Modelo mais recente, tecnicamente muito próximo à UE2020, com pequenos ajustes de design e construção.
Todas as urnas em uso passam a contar com a assistente de voz sintetizada Letícia, para eleitores com deficiência visual.